A fonte seca sem avisar
O parceiro passa a indicar o concorrente. A temporada acaba. A plataforma muda a régua. Aí a pergunta é qual alavanca puxar, e não existe registro de qual funcionou da primeira vez.
Em 30 dias eu reconstruo a origem de cada venda sua até o CRM e corrijo o primeiro gargalo, antes de tocar em qualquer campanha.
A empresa vendeu bem tantas vezes por acaso — uma indicação, um timing, um parceiro, a alta temporada — que passou a tratar acaso como processo. De fora parece que está tudo certo, e é justamente por isso que ninguém arruma.
O parceiro passa a indicar o concorrente. A temporada acaba. A plataforma muda a régua. Aí a pergunta é qual alavanca puxar, e não existe registro de qual funcionou da primeira vez.
Indicação, busca, mídia paga e cliente que voltou entram no mesmo rótulo. Você acaba reforçando o canal mais visível, e não o que realmente fecha contrato.
Ticket alto e volume baixo mudam a conta. Um lead mal atribuído não custa R$50: custa uma fatia de um contrato inteiro.
Pense nas cinco últimas vendas que você fechou. Uma de cada vez, responda o que é verdade hoje, do jeito que você responderia numa reunião.
A venda mais recente que você fechou.
Você sabe o que trouxe esse cliente?
O critério não é o seu setor. É o mecanismo: você já vende, já investe em mídia, já tem alguém tocando marketing, e mesmo assim não consegue explicar a origem da própria receita.
Casamento, corporativo, festa. Ticket de R$10 a R$30 mil por evento, e boa parte dos contatos chega sem nenhum rastro de origem.
Founder ou CEO, com receita recorrente já relevante. O crescimento hoje é leitura sua, não número que bate com o CRM.
Cada venda vale de R$3 mil a R$150 mil. Nesse patamar, errar a origem não custa um lead: custa uma fatia de contrato.
Mexer em mídia antes de saber de onde vem o contrato é otimizar um número que não descreve a realidade.
Ligo plataforma, site e CRM até o contrato fechado. Não é instalar pixel: é fechar a linha inteira, do primeiro clique ao contrato assinado.
De um lado, o que a empresa fez de propósito. Do outro, o que veio de acaso. É essa separação que transforma resultado em processo.
Priorizado por impacto em receita e corrigido dentro da janela do trabalho. Você não recebe um relatório: recebe uma coisa arrumada.
O sistema e a leitura ficam com quem já está lá dentro. O objetivo é você não precisar de mim para entender o próprio funil.
Ouço isso em quase toda primeira conversa, e quase sempre a leitura está certa: não funcionou mesmo. O que costuma estar errado é a conclusão.
Sem separar a origem de cada contrato, não havia como saber se a mídia funcionou. O resultado dela ficava misturado com indicação, busca e cliente recorrente no mesmo número, e a decisão de continuar ou parar saiu desse número. Por isso aqui o trabalho começa pela atribuição, nunca por campanha. Se depois de enxergar a origem a mídia continuar não pagando no seu caso, você vai saber disso com dado, e vai poder parar de gastar em paz.
Trinta dias, valor fechado, sem recorrência.
Se ao final dos 30 dias você não sair com pelo menos três gargalos identificados e um plano priorizado por receita, devolvo 100%. A garantia é sobre o que eu controlo, que é o entregável — nunca sobre resultado de venda, que depende de você.
Acompanhamento mensal, com preço por faixa de ticket.
Só entra em cena quando o Raio-X mostra que faz sentido, e o próprio diagnóstico diz por quê. Se não fizer sentido, eu falo.
Aceito de dois a três diagnósticos por mês, e trabalho com um único espaço por praça no ramo de eventos. Não é tática de escassez: é o que cabe sem cair a qualidade.
Chegou por indicação, sem nenhum rastreamento de origem. Em três semanas, cada lead passou a ter origem registrada e a qualidade dos dados enviados à plataforma saiu do zero para 8.2.
Espaço de eventos premium no Rio de Janeiro · qualidade de correspondência de evento (EMQ) medida na própria plataforma
Em outro projeto, a reestruturação do rastreamento derrubou o custo por lead de R$30,64 para R$18,40, com aumento de 233% no volume de leads no mesmo período.
Meta Ads · resultado de um projeto específico, não uma média de mercado
É quando uma empresa vendeu bem tantas vezes por acaso — indicação, timing, um parceiro, sazonalidade — que passou a tratar isso como se fosse processo. De fora parece que está funcionando, e é exatamente por isso que ninguém arruma. O problema só aparece quando a fonte de sorte seca: aí a pergunta é qual alavanca puxar, e não existe registro de qual funcionou da primeira vez.
É saber que vendeu sem saber por quê. A empresa enxerga o resultado, não enxerga a causa. Como consequência, cada decisão de investimento sai de um número que não descreve a realidade: corta-se o canal errado e reforça-se o mais visível, em vez do que realmente fecha contrato.
Mostra de onde veio o clique, não de onde veio o contrato. O contrato fechado vive no CRM, e quando os dois números não batem, a decisão de verba sai do número errado. Some a isso que as plataformas mudam a régua sem aviso: a Meta reclassificou a atribuição por clique em março de 2026, criando a categoria engage-through, e o Google passa a mirar a meta configurada em campanhas limitadas por orçamento a partir de 17 de agosto de 2026. Quando a régua muda, o histórico deixa de ser comparável.
Indicação é resultado, não canal. Ela depende de alguém lembrar de você na hora certa, e isso não dá para aumentar de propósito. Funciona muito bem, só não escala por decisão. E quando é a única fonte conhecida, a empresa fica refém de duas ou três pessoas que podem priorizar o concorrente a qualquer momento.
Para negócios onde a venda nunca é por impulso: ticket alto ou ciclo longo, com cada venda valendo de R$3 mil a R$150 mil. Os dois focos hoje são locação de espaços para eventos e SaaS B2B. O critério não é a vertical, é o mecanismo: a empresa já vende, já investe em mídia, e mesmo assim não consegue explicar a origem da própria receita.
Na maioria dos casos, o que não funcionou foi decidir em cima de um dado que não descrevia a realidade. Sem separar a origem de cada contrato, não dava para saber se a mídia funcionou: o efeito real ficava misturado com indicação, busca e cliente recorrente no mesmo número. Por isso o trabalho começa pela atribuição, nunca por campanha.
Trinta dias. Nesse período a origem das vendas é reconstruída até o CRM, os gargalos são identificados e priorizados por impacto em receita, e pelo menos um deles é corrigido dentro da janela. Você termina com uma coisa arrumada, não com um relatório.
Me manda o seu resultado. Em vinte minutos eu te digo se o seu caso pede diagnóstico ou se dá para resolver com um ajuste que você mesmo faz.